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Documento ESTRADA DE FERRO CENTRAL DO BRAZIL Assinado Por Seu Diretor ALFREDO MAIA Rio de Janeiro 04 de Setembro de 1899

Documento da Ferrovia ESTRADA DE FERRO CENTRAL DO BRAZIL

Assinado Por Seu Diretor ALFREDO MAIA Rio de Janeiro 04 de Setembro de 1899

Documento nomeando com o título de Coneferente de Terceira Classe (2°Divisão)  o Sr Januario Franklin

A Estrada de Ferro Central do Brasil foi uma das principais ferrovias do Brasil, ligando as então províncias do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e a então capital do país.

Anteriormente à Proclamação da República, em 1889, a ferrovia denominava-se Estrada de Ferro D. Pedro II. 

Alfredo Eugênio de Almeida Maia (Cabo Frio, 12 de outubro de 1856 — Montreux, 19 de março de 1915) foi um político brasileiro.

Comandou o Ministério dos Transportes, entre 27 de janeiro de 1900 e 13 de dezembro de 1900, e também de 25 de fevereiro de 1901 a 8 de março de 1902, no governo de Campos Sales.

Formou-se em 1876 na Escola Central do Rio de Janeiro, da qual foi o primeiro aluno e obteve com distinção o diploma de bacharel em ciências físicas e naturais e matemática. Mudou-se, logo em seguida, para a Bélgica, onde cursou engenharia civil na Universidade de Gante. Voltando ao Brasil, em 1879, iniciou sua carreira na Estrada de Ferro Central do Brasil.

Em São Paulo, durante o governo de José Alves de Cerqueira César (1891-1892), foi Secretário da Agricultura, permanecendo no cargo no governo seguinte, de Bernardino de Campos (1892-1896).

Foi nomeado superintendente da Estrada de Ferro Sorocabana, pelo governo federal, entre 10 de janeiro de 1903 e 30 de junho de 1907, durante a intervenção federal, onde foi um dos responsáveis pelo prolongamento da ferrovia até o rio Paraná, possibilitando o progresso de regiões até então inóspitas.

Após deixar a direção da Sorocabana, se tornou representante das empresas Rio de Janeiro Tramway, São Paulo Tramway, Light and Power Company.

Morreu em Montreux aos 58 anos de idade no dia 19 de março de 1915, sendo sepultado no cemitério do Montparnasse em Paris.

Em sua homenagem as estradas de Ferro Sorocabana e Central do Brasil batizaram duas estações com seu nome:

Engenheiro Maia[1] , aberta em 1 de março de 1909, localizada no quilômetro 369 do então ramal de Itararé da Sorocabana, que Alfredo Maia retomou em sua administração.
Alfredo Maia , aberta em 10 de maio de 1905, localizada no quilômetro 19 da linha auxiliar da EFCB
Na capital paulista, uma estátua em sua homenagem foi erguida na praça Júlio Prestes, em frente à estação de mesmo nome. Na placa do monumento está grafada uma frase atribuída ao engenheiro: "O homem passa, as conquistas do progresso ficam".

https://pt.wikipedia.org/wiki/Alfredo_Eug%C3%AAnio_de_Almeida_Maia

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