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COPA RIO 1952-1972 Bola Oficial CBD Autografada por RIVELLINO, ROBERTO DINAMITE, ZÉ MARIO e Outros, Espólio do Fotojornalista MASAOMI MOCHIZUKI da Revista Manchete

COPA RIO 1952-1972 Bola Oficial CBD Autografada por RIVELLINO, ROBERTO DINAMITE, ZÉ MARIO e Outros,

Espólio do Fotojornalista MASAOMI MOCHIZUKI da Revista Manchete

 

Assinaturas dedicadas a MASAOMI MOCHIZUKI, entre 1975 e 1976 conciliou coberturas esportivas com a tarefa de recolher alguns autógrafos em bola comemorativa dos 20 anos da COPA RIO 1952 - 1972

 

Rivellino (Fluminense) 13.11.1975

Roberto Dinamite (Vasco) 16.07.1976

Zé Mario (Vasco) 16.07.1976

Não Identificada (Fluminense) Julho 1977

Não Identificada, quase apagada

 

COPA RIO 1952

A competição foi organizada pela CBD e pelo Fluminense,em face das comemorações de seu cinquentenário, com autorização e acompanhamento da FIFA, e tinha este nome por ser patrocinada pela Prefeitura do Rio de Janeiro, que assim como ano anterior, doou o troféu aos campeões.

A segunda edição da Copa Rio deveria ter sido disputada em 1953, de acordo ao estipulado quando a competição foi criada em 1951, de que seria um torneio bianual. Porém, foi antecipada para 1952, a pedido do Fluminense, que queria organizar a competição no âmbito das comemorações pelo cinquentenário do clube, tendo o clube assumido a organização do torneio com autorização e apoio da CBD e apoio financeiro da Câmara Municipal do Rio.

Algumas fontes alegam que, diferentemente da edição de 1951, a edição de 1952 da Copa Rio não teve cunho de Mundial de Clubes. Porém, a edição de 1952 também chegou a receber menção como troféu mundial pela imprensa da época, contudo bem menos que a edição de 1951. Em 1951, os jornais brasileiros, de forma generalizada, trataram a competição como Mundial de Clubes; já em 1952, pelo menos três jornais a trataram como Mundial, o jornal Última Hora a tratou assim, o jornal Diário de Belo Horizonte (que estampou como manchete principal "Fluminense campeão do mundo") e o Jornal dos Sports. O Jornal dos Sports fazia citações do tipo "..o mais importante torneio de clubes campeões que se tem realizado no mundo" ou "Rio capital mundial do football", rebateu a opinião de alguns que a segunda Copa Rio teria tido nível técnico menor do que a primeira (em virtude das sucessivas recusas de alguns clubes convidados, como Millonários, Racing, Juventus, Barcelona, chegou-se a atacar a organização da competição), além de afirmar que a vitória do Fluminense marcou uma curva decisiva na evolução tática do futebol brasileiro.

Em junho de 1951, a CBD declarou que as edições seguintes do torneio (depois da edição de 1951) não seriam chamadas oficialmente de Torneio de Campeões, mas só de Copa Rio. Possivelmente por isso, a conquista do Fluminense em 1952 foi tratada apenas como Copa Rio pela imprensa, exceto pelos jornais citados, que a trataram como título Mundial e dos Campeões, assim como o Canal 100, histórico cine-jornal brasileiro, raro documento de imprensa não escrita da época atualmente preservado.

 

 

 

 

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