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REVOLUCIONÁRIO DE 1817 Documento Assinado por MANUEL CLEMENTE CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE Quando Presidente da Província de Sergipe, Alagoas, 12 de Abril de 1826

REVOLUCIONÁRIO DE 1817 Documento Asssinado por MANUEL CLEMENTE CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE

Quando Presidente da Provincia de Sergipe, Alagoas, 12 de Abril de 1826

 

MANUEL CLEMENTE CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE Fervoroso adepto do movimento revolucionário de 1817

 

A Revolução Pernambucana, também conhecida como Revolução dos Padres, foi um movimento de caráter liberal e republicano que eclodiu no dia 6 de março de 1817 em Pernambuco, no Brasil. Dentre as suas causas, destacam-se a influência das ideias iluministas propagadas pelas sociedades maçônicas, o absolutismo monárquico português e os enormes gastos da Família Real e seu séquito recém-chegados ao Brasil — a capitania de Pernambuco, então a mais lucrativa da colônia, era obrigada a enviar para o Rio de Janeiro grandes somas de dinheiro para custear salários, comidas, roupas e festas da Corte, o que dificultava o enfrentamento de problemas locais (como a seca ocorrida em 1816) e ocasionava o atraso no pagamento dos soldados, gerando grande descontentamento no povo pernambucano.

Participou da Revolução Pernambucana de 1817 junto com o Padre João Francisco de Souto Maior e seus três irmãos, padre Antonio de Souto Maior, José Roberto da Cunha Souto Maior e Manoel Antonio da Cunha Souto Maior.

Acabaram presos pelas forças oficiais e enviados à Bahia a bordo do navio Carrasco. Na prisão baiana morreram o padre Antonio e José, ficando João e Manoel detidos até 1821, quando houve anistia geral a todos os revolucionários presos.

Com a anistia, os irmãos retornaram sua terra natal Tejucupapo, para se ocupar das plantações no sítio deixado pelos pais. Através de perseguições políticas comandadas pelo vigário local, Manoel é assassinado e João vinga o irmão, matando o padre mandante do crime e seus capangas.

Em seguida, João de Souto Maior resolve atentar contra a vida do então governador de Pernambuco, Luiz do Rego, que encontrava um clima de descontentamento entre os pernambucanos, que se sentiam oprimidos e vítimas de tirania. Na noite de 21 de julho de 1821, João de Souto Maior dispara um tiro de bacamarte no governador, quando este passava com seu cortejo próximo à ponte da Boa Vista. Tendo ferido o governador e sendo perseguido por sua comitiva de soldados, João de Souto Maior pula da ponte para o rio Capibaribe.

Ao voltar à tona, João de Souto Maior recebe uma pancada de remo dada por um canoeiro alardeado pelos gritos. Três dias depois, seu cadáver foi recolhido, já roído de peixes. Como não havia identificação, o cadáver de João de Souto Maior foi exposto amarrado em uma cadeira no oitão da Matriz do Santíssimo Sacramento de Santo Antônio, na rua Nova, sob vigilância, para que fosse reconhecido pelos passantes. Apesar da oferta de recompensas, não houve reconhecimento enquanto Luiz do Rego continuou a governar o estado.

A família do patriota ainda foi perseguida, tendo seu sítio queimado e crianças decapitadas pelas forças governamentais. Neste mesmo ano, Luiz do Rego foi deposto pela Restauração Pernambucana, mais um movimento revolucionário originado em Goiana. João de Souto Maior ficou conhecido como o "Leão de Tejucupapo"

 

MANUEL CLEMENTE CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE

Nunca casou. Pediu, em seu testamento, que fosse sepultado em uma das igrejas de São Cristóvão. Deixou por seu único herdeiro, seu pai, o capitão-mor João Batista do Rêgo Cavalcanti

A familia de Manoel Clemente de Albuquerque era originário de Igarassu. Ele estudara no seminário de Olinda e fazia parte dos clubes maçonicos. Quando o governo provisório paraibano foi derrubado a 5 de maio, Manoel Clemente alistou-se na guerrilha de padre Souto Maior, sendo porem logo feito prisioneiro, a 15 de maio, em Ipojuca.

Mandado preso para Bahia juntamente com o pai , ali permaneceram 4 anos .Tomou parte no levante de Goiana , que trouxe a junta Constitucional, e foi a Lisboa expôr a corte o estado da província, de lá trazendo uma tipografia, a qual entrou a editar muitos trabalhos.

Em 1822 foi eleito Procurador Geral da Paraíba no Rio de Janeiro, foi presidente da província de Sergipe, nomeado por carta imperial de 1 de dezembro de 1824, presidindo a província de 15 de fevereiro de 1825 a 2 de novembro de 1826, data de sua morte.

(Livro História da revolução de Pernambuco em 1817 Por Francisco Muniz Tavares)

 

 

 Fonte: Almanak da Paraíba, 1899; e Odilon, Dicionário, 161

https://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_Pernambucana

Bênção das bandeiras da Revolução de 1817 Obra de arte Resultado de imagem para Bênção das bandeiras da Revolução de 1817

Artista: Antônio Parreiras

 

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