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Cartaz de Cinema Nacional LÚCIO FLÁVIO O Passageiro Da Agonia, Brasil, Ano 1976

Cartaz de Cinema Nacional LÚCIO FLÁVIO O Passageiro Da Agonia, Brasil, Ano 1976

Medindo 87 x 59,5 cm

Colado em Chapatex

Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia é um filme brasileiro dirigido por Hector Babenco em 1976, baseado em livro de José Louzeiro (coautor do roteiro). O filme relata a trajetória do criminoso Lúcio Flávio, famoso bandido da década de 70 que se tornou nacionalmente conhecido pelos roubos a banco e fugas espetaculares, embora algumas cenas do filme sejam diferentes em relação aos acontecimentos reais.

Lúcio Flávio Vilar Lyrio (Rio de Janeiro, 1944 — Rio de Janeiro, 29 de janeiro de 1975) foi um criminoso brasileiro que tornou-se conhecido em todo o Brasil na década de 1970, em razão de inúmeros crimes.

História

Marginal famoso na crônica policial brasileira no final da década de 60 e inicio da década de 70. De boa aparência, articulado, violento e de inteligência acima da média, destacou-se na mídia da época. Iniciou suas atividades criminosas como ladrão de carros, praticando ainda assaltos a bancos, joalherias e diversos homicídios. Tornou-se muito conhecido ainda pelas constantes fugas de diversas prisões e pelo envolvimento com diversos policiais pertencentes aos Esquadrões da Morte, aos quais também denunciou. Os policiais envolvidos no caso, foram expulsos e punidos criminalmente.

Atuou ao lado de alguns dos mais perigosos marginais do período, dentre os quais seu irmão Nijini Renato, seu cunhado Fernando C. O, Liéce de Paula, Armando Arêas Filho (Armandinho) e etc.

Cometeu crimes nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e em Brasilia.

Sua vida foi imortalizada em obras literárias, a mais importante foi concebida pelo escritor José Louzeiro, obra essa que foi baseada em um relato dado por Lúcio Flávio a um repórter policial um pouco antes de sua morte; a obra recebeu o nome de "Lúcio Flávio - O Passageiro da Agonia", nome homônimo do filme rodado em 1977. Pouco antes de morrer, Lúcio relatou com riquezas de detalhes a sua vida no crime, além de delatar seus comparsas, como por exemplo, um policial que sempre o acobertava em suas investidas no mundo do crime. A sua trajetória na marginalidade foi marcada pelas inúmeras fugas, assaltos mirabolantes e roubos em bancos.

Foi morto com 19 facadas no peito, na cela numero sete do presídio Hélio Gomes, no Rio de Janeiro, durante a madrugada, por um companheiro de cela, Mário Pedro da Silva, em 1975.

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